medicina
O que é medicina do habitat?
Também conhecida como geobiologia, a medicina do habitat estuda como os ambientes (casas, escritórios e edifícios em geral) influenciam nossa saúde
Por vários autores
Revista Vida Simples - 08/2008
Muitos males – como dores de cabeça e de garganta, irritação ocular, resfriados, falta de concentração, ressecamento da pele e até depressão – podem ser provocados por nossa permanência em locais fechados e considerados insalubres, devido à contaminação por agentes químicos (como tintas e vernizes), proliferação de microorganismos (em aparelhos de ar-condicionado, carpetes, banheiros e telhados) e incidência de radiações eletromagnéticas (geradas por computadores, celulares e telefones).
A Organização Mundial de Saúde (OMS) já reconhece a chamada síndrome do edifício enfermo, condição médica em que as pessoas adoecem sem causa aparente – e os sintomas se agravam com a permanência em certo ambiente. “Esse problema é especialmente preocupante nos centros urbanos, onde a população passa mais de 90% do tempo em ambientes fechados.
O diagnóstico é feito pela observação das pessoas que freqüentam aquele lugar”, diz a arquiteta paulista Silvia Manfredi, diretora da Associação Nacional de Arquitetura Bioecológica. Na cidade de São Paulo, 30% das construções sofrem da síndrome do edifício enfermo, cujo contraponto é a casa saudável, um ambiente harmônico, livre de contaminações e radiações maléficas à saúde.
* por Yuri Vasconcelos, Liane Alves, Elisa Correa
Muitos males – como dores de cabeça e de garganta, irritação ocular, resfriados, falta de concentração, ressecamento da pele e até depressão – podem ser provocados por nossa permanência em locais fechados e considerados insalubres, devido à contaminação por agentes químicos (como tintas e vernizes), proliferação de microorganismos (em aparelhos de ar-condicionado, carpetes, banheiros e telhados) e incidência de radiações eletromagnéticas (geradas por computadores, celulares e telefones).
A Organização Mundial de Saúde (OMS) já reconhece a chamada síndrome do edifício enfermo, condição médica em que as pessoas adoecem sem causa aparente – e os sintomas se agravam com a permanência em certo ambiente. “Esse problema é especialmente preocupante nos centros urbanos, onde a população passa mais de 90% do tempo em ambientes fechados.
O diagnóstico é feito pela observação das pessoas que freqüentam aquele lugar”, diz a arquiteta paulista Silvia Manfredi, diretora da Associação Nacional de Arquitetura Bioecológica. Na cidade de São Paulo, 30% das construções sofrem da síndrome do edifício enfermo, cujo contraponto é a casa saudável, um ambiente harmônico, livre de contaminações e radiações maléficas à saúde.
* por Yuri Vasconcelos, Liane Alves, Elisa Correa